
Por que os homens parecem ter tanto medo do PL da Misoginia?
Algumas considerações de um homem cis para a discussão sobre o PL 896 de 2023 (conhecido como “PL da Misoginia”), no afã de contribuir para promover a igualdade de gênero.
O Instituto Brasileiro de Direitos Humanos promove em seu blog uma série de debates críticos sobre a atualidade, perspectivas e tendência sobre direitos humanos, democracia, meio ambiente, clima e temas sociais de relevância. O Blog do IBDH tem uma finalidade tanto acadêmica quanto social, no sentido de reforçar e promover o pleno exercício dos direitos humanos, sem nenhuma discriminacao.

Algumas considerações de um homem cis para a discussão sobre o PL 896 de 2023 (conhecido como “PL da Misoginia”), no afã de contribuir para promover a igualdade de gênero.

“Ora, a LEP define que a pena deve visar em primeiro plano à harmônica integração social do condenado, é dizer, a execução penal não deve ser um simples cumprimento da sanção penal, senão um processo de construção/reconstrução da cidadania.”

A 61ª sessão ordinária do Conselho de Direitos Humanos foi concluída dia 31 de março, em Genebra, após seis semanas de reuniões, debates e resoluções. O Instituto Brasileiro de Direitos Humanos acompanhou diariamente a sessão através da sua delegação em Genebra.

Hoje, retornamos a esse território de outra forma: como advogados e advogadas. E carregamos conosco uma pergunta que insiste em ecoar: por que o sistema de justiça ainda tem tanta dificuldade de nos ouvir?

A Resolução das Nações Unidas que reconhecem a escravização de africanos/as como o maior crime contra a humanidade

Uma análise breve sobre a Lei 15.211/2025, suas potencialidades e limites.

“A contribuição de Habermas estende-se além da teoria do direito estatal para abarcar o espectro internacional dos direitos humanos. É atribuída também ao autor os desenvolvimentos iniciais sobre a tese da constitucionalização do direito internacional, em que se argumenta que a validade dos direitos humanos em escala global requer instituições supranacionais capazes de garantir sua efetividade, sem, contudo, sacrificar a legitimidade democrática.”

Mulheres trans, negras e periféricas, que ousam romper com o patriarcado branco na atividade parlamentar podem pagar caro, até mesmo com suas vidas.

O Brasil é considerado internacionalmente responsável pelo uso de estereótipos negativos e pela impunidade em relação a supostos atos de tortura e execução extrajudicial ocorridos em 13 de dezembro de 1994.