Neste episódio, a professora, antropóloga, artista e ativista Célia Tupinambá, conversa sobre a sua missão de repatriar os mantos do seu povo ao Brasil.
Diplomacia, direito, história, cultura e direito, tudo em uma só conversa.
Aproveite!
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A Resolução das Nações Unidas que reconhecem a escravização de africanos/as como o maior crime contra a humanidade

O Relator viajou para Brasília, Boa Vista, Pacaraima, São Paulo e Curitiba, reunindo-se com autoridades das três esferas, agências das Nações Unidas residentes no Brasil, sociedade civil, povos indígenas e pessoas migrantes.

Uma análise breve sobre a Lei 15.211/2025, suas potencialidades e limites.

“A contribuição de Habermas estende-se além da teoria do direito estatal para abarcar o espectro internacional dos direitos humanos. É atribuída também ao autor os desenvolvimentos iniciais sobre a tese da constitucionalização do direito internacional, em que se argumenta que a validade dos direitos humanos em escala global requer instituições supranacionais capazes de garantir sua efetividade, sem, contudo, sacrificar a legitimidade democrática.”

Mulheres trans, negras e periféricas, que ousam romper com o patriarcado branco na atividade parlamentar podem pagar caro, até mesmo com suas vidas.

Trata-se de uma questão que desafia não apenas juristas e diplomatas, mas toda a comunidade internacional. Quando uma população é alvo de violência sistemática destinada à sua destruição, surge uma pergunta fundamental: a comunidade internacional tem apenas a faculdade ou possui o dever jurídico de agir para prestar socorro?