Erika, o Ódio e a CEDAW
Mulheres trans, negras e periféricas, que ousam romper com o patriarcado branco na atividade parlamentar podem pagar caro, até mesmo com suas vidas.
Mulheres trans, negras e periféricas, que ousam romper com o patriarcado branco na atividade parlamentar podem pagar caro, até mesmo com suas vidas.
Trata-se de uma questão que desafia não apenas juristas e diplomatas, mas toda a comunidade internacional. Quando uma população é alvo de violência sistemática destinada à sua destruição, surge uma pergunta fundamental: a comunidade internacional tem apenas a faculdade ou possui o dever jurídico de agir para prestar socorro?